VIOLÃO BRASILEIRO, DA MARGINALIDADE ÀS SALAS DE CONCERTO
Pelo fato do Violão ter sido amplamente utilizado para acompanhar lundus e batuques nos morros no século 19, ficou na marginalidade até o início do século 20, quanto ascendeu ao status de instrumento solista.
Graças a mestres como Canhoto e João Pernambuco, na primeira metade do século passado, o Violão encontrou espaço nas camadas sociais. Passou a ter métodos que ajudaram a popularizar rapidamente a sua execução, desde forma amadora até o nível erudito, com influência de compositores como o paraguaio Agustin Barrios e o mestre carioca Heitor Villa-Lobos.
A partir da década de 1930,as formações musicais começaram a se tornar mais variadas e os regionais tiveram grande importância na música feita no país. Acompanhando cantores(as) dos mais diversos estilos musicais e atuando na produção instrumental, com a inclusão de formas de execução que desenvolveram aspectos técnicos e rítmicos através de cadências harmônicas, escalas, arpejos variados.Esse cenário se ampliou e criou novas linguagens musicais, principalmente a partir da segunda metade do século, com maiores opções de estudo e crescimento do mercado musical junto com o rádio e a televisão.
Pelo fato do Violão ter sido amplamente utilizado para acompanhar lundus e batuques nos morros no século 19, ficou na marginalidade até o início do século 20, quanto ascendeu ao status de instrumento solista.
Graças a mestres como Canhoto e João Pernambuco, na primeira metade do século passado, o Violão encontrou espaço nas camadas sociais. Passou a ter métodos que ajudaram a popularizar rapidamente a sua execução, desde forma amadora até o nível erudito, com influência de compositores como o paraguaio Agustin Barrios e o mestre carioca Heitor Villa-Lobos.
A partir da década de 1930,as formações musicais começaram a se tornar mais variadas e os regionais tiveram grande importância na música feita no país. Acompanhando cantores(as) dos mais diversos estilos musicais e atuando na produção instrumental, com a inclusão de formas de execução que desenvolveram aspectos técnicos e rítmicos através de cadências harmônicas, escalas, arpejos variados.Esse cenário se ampliou e criou novas linguagens musicais, principalmente a partir da segunda metade do século, com maiores opções de estudo e crescimento do mercado musical junto com o rádio e a televisão.
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